O bloqueio do cavalo contra bispo e peão

As Pretas jogam e empatam

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Um bispo, um peão e um rei contra o seu cavalo solitário, e nada no tabuleiro consegue te mover. A casa de bloqueio é escura, o bispo vive nas claras, e esse descompasso é o final inteiro.

Não precisa de cadastro. O adversário nunca desiste, e todo erro é explicado.

O bloqueio do cavalo contra bispo e peão

Hold the draw against perfect play

Waking the engine…

A teoria

Discussões entre bispo e cavalo se resolvem casa por casa, e nenhuma casa importa mais que aquela diretamente à frente de um peão passado. Quando essa casa é da cor oposta ao bispo escolta, um cavalo solitário pode bloquear para sempre, uma peça a menos em apoio e completamente seguro.

O bloqueio da cor errada. Um cavalo postado na casa de parada só pode ser expulso à força, e o bispo é constitucionalmente incapaz disso: ele jamais atacará uma casa escura em toda a sua existência. A lógica é a mesma do bispo errado no canto, transposta do canto para o meio do tabuleiro. Quaisquer manobras que as brancas encontrem, a força atacando d6 é apenas um rei, exatamente o que o cavalo foi feito para enfrentar.

O circuito de cobertura. Quando o rei de fato ataca o posto, o cavalo não se apega: ele se move para uma das casas que ainda guardam d6 à distância (b7, c8, e8, f7) e retorna assim que a ameaça passa. Um cavalo guarda seu próprio posto a partir de quatro endereços remotos, um a mais do que um rei consegue cobrir de uma vez. É o mesmo ciclo de recuar e voltar do bloqueio básico do cavalo, com o bispo reduzido a espectador.

O hábito de avaliação: antes de trocar para bispo contra cavalo com um peão passado no tabuleiro, olhe a cor da casa à frente do peão. Mesma cor do bispo, o cavalo será expulso e o peão correrá; cor oposta, o defensor tem essa fortaleza. Um olhar, e ele decide qual peça menor você mantém em cem meios-jogos.

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