Cavalo contra peão torre
As Brancas jogam e empatam
JogarSeu cavalo precisa parar um peão torre na sexta escoltado pelo rei, enquanto o seu próprio rei está a um continente de distância. O canto que costuma matar cavalos ainda é sobrevivível, por mais uma fileira.
Não precisa de cadastro. O adversário nunca desiste, e todo erro é explicado.
Cavalo contra peão torre
Hold the draw against perfect play
Waking the engine…
A teoria
Um cavalo é a pior peça contra um peão torre. O canto que ele precisa defender não lhe deixa espaço atrás da casa de promoção, e metade dos seus circuitos habituais simplesmente cai fora do tabuleiro. Ainda assim, esse final tem uma fronteira nítida e memorizável, e a diferença está em uma única fileira do peão.
Peão na sexta: empate. Contra um peão em h3 o cavalo possui um pequeno circuito de casas de guarda em torno de h1 e g1: atacado em uma, ele salta para outra que ainda cobre a coroação. O rei escolta pode empurrar e sondar para sempre, mas o circuito se fecha sobre si mesmo e o peão nunca consegue avançar com segurança.
Peão na sétima: geralmente perdido. Em h2 a geometria do canto se inverte. As casas de guarda do cavalo encolhem para um conjunto que o rei pode visitar uma a uma, e o zugzwang faz o resto: mais cedo ou mais tarde o cavalo precisa abandonar a última casa que impede a promoção. Essa é a famosa fraqueza de canto, exclusiva dos cavalos; um bispo da cor certa nunca fica sem lances de espera.
A regra prática para levar consigo: ao correr para parar um peão torre com um cavalo, chegue ANTES de o peão alcançar sua sétima, e pense em circuitos, não em casas. Neste exercício só dois primeiros lances seguram o empate, o que mostra o quão fino é o circuito.