Dama contra peão-torre: a zona vencedora

As Brancas jogam e ganham

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O mesmo peão-torre que normalmente empata contra uma dama perde aqui, por exatamente um motivo: seu rei começa dentro da zona vencedora. Estar perto o suficiente muda todas as regras, incluindo a do afogamento.

Não precisa de cadastro. O adversário nunca desiste, e todo erro é explicado.

Dama contra peão-torre: a zona vencedora

Win against perfect defense

Waking the engine…

A teoria

Dama contra peão-torre na sétima é o empate mais famoso da família dama-contra-peão, e essa fama custa pontos nas duas direções: defensores abandonam posições de empate, e atacantes aceitam empate em posições ganhas. Toda a avaliação é uma única medida: a que distância está o rei atacante?

Por que o afogamento deixa de funcionar. A defesa clássica depende da falta de tempo: a dama precisa soltar o canto para deixar seu rei se aproximar, e cada soltura deixa o peão ameaçar de novo. Quando o rei atacante já está a uma distância de alcance, essa aritmética morre. Você não precisa mais que o defensor bloqueie seu próprio peão; seu rei cobre pessoalmente as últimas casas, e o afogamento nunca chega porque o rei defensor sempre mantém um lance.

Deixe promover. A parte surpreendente da técnica: no momento crítico, o lance vencedor é um tranquilo passo de rei que permite ao peão promover. Uma dama recém-nascida no canto é enfiada num raio-x ou levada ao xeque-mate pela escada de xeques em poucos lances. A defesa perfeita então subpromove a cavalo, e a posição se torna uma pequena lição de outro capítulo: um cavalo separado do seu rei não consegue sobreviver contra dama e rei. Duas cercas e ele cai.

O mapa para levar. Peão-torre na sétima: rei atacante perto o suficiente para alcançar o canto do peão em cerca de dois lances vence; qualquer coisa mais longe é a zona de empate que você treinou do outro lado. Verificar essa distância ANTES de entrar na corrida é a habilidade prática, e leva apenas um olhar.

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