O corte do rei nos finais de torre

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Seu peão passado quer correr, e o rei inimigo quer entrar na frente. Faça uma barreira com a sua torre, mantenha o rei dele do lado errado, e o peão vai tranquilo até a casa de promoção, escoltado pelo rei.

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Cortando o rei

As Brancas jogam e ganham · Vença contra a defesa perfeita

Acordando o motor…

A teoria

Veja o método: dê play para ver a ideia vencedora, ou avance lance a lance.

Torre e peão contra torre é empate quando o rei defensor chega ao caminho do peão, e em geral vitória quando não chega. Essa única frase decide mais finais do que qualquer outra, e a ferramenta que a impõe é o corte: uma torre plantada na coluna que separa o rei inimigo do seu peão.

Por que uma coluna e não xeques. Xeques empurram o rei por um ou dois lances, mas um rei atravessa numa boa uma chuva de xeques até o peão. Uma torre numa coluna é outra história: o rei nunca vai cruzá-la, porque toda casa de passagem fica coberta para sempre. Um único lance de torre levanta uma muralha permanente, e a briga passa a ser sobre ONDE essa muralha fica.

A conversão. Atrás da barreira, avance o peão com o rei ao lado. A torre adversária vai incomodar por trás ou pelo lado; responda mantendo o seu rei colado ao peão e usando o próprio peão como abrigo. O ponto de chegada é uma posição de Lucena, que você já sabe vencer.

A regra prática: um peão na quarta fileira ou além vence se o rei adversário estiver cortado por uma coluna; mais atrás, o corte precisa ser mais largo. Neste exercício a geometria está exatamente no limite, e uma defesa que não cede vai testar toda tentativa de afrouxar a barreira.

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