Torre contra peões ligados

As Brancas jogam e empatam, depois de Kling and Horwitz, 1851

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Um estudo de 1851. Sua torre em b1 segura os dois peões sozinha e nunca mais se move. Todo o empate é feito pelo seu rei, que atravessa o tabuleiro enquanto bloqueia o caminho do rei inimigo.

Primeira vez com este final? Aprenda primeiro o método: Finais de Torre

Não precisa de cadastro. O adversário nunca desiste, e todo erro é explicado.

Torre contra peões ligados

White to play and draw · Hold the draw against perfect play

Waking the engine…

A teoria

Kling e Horwitz publicaram isto em 1851, e ainda hoje ensina a lição mais limpa sobre uma torre diante de peões passados ligados.

A torre já está perfeita. Em b1 ela bloqueia o peão b e cobre a1 pela primeira fileira, de modo que nenhum peão pode promover. Ela não se move uma única vez em toda a solução, e qualquer lance de torre perde.

O rei faz o trabalho. Só Rf5 empata. O rei preto tenta chegar a b3 ou c2 para escoltar os peões, e o rei branco se planta no caminho dele por toda a descida: Rf5 Rh4, Rf4 Rh3, Rf3 Rh2. Isso é jogo de ombro.

Depois recolha. Uma vez que o rei preto foi afastado da corrida, as brancas atravessam com Re3, Rd3 e Rc3, comem os peões, e a partida é empate.

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