A fortaleza do canto contra o peão-torre

As Pretas jogam e empatam

Jogar

Os peões-torre quebram as regras: mesmo com o rei à frente do peão, o atacante não consegue vencer se o seu rei chegar ao canto. Uma casa segura para encontrar, um empate para manter.

Não precisa de cadastro. O adversário nunca desiste, e todo erro é explicado.

A fortaleza do canto contra o peão-torre

Hold the draw against perfect play

Waking the engine…

A teoria

Toda regra dos finais de rei e peão tem um asterisco que diz 'exceto para peões-torre'. Essa é a exceção mais valiosa de todo o xadrez prático.

A fortaleza. Contra um peão a ou h, o rei defensor só precisa chegar ao canto de promoção (ou prender o rei atacante à frente do seu próprio peão). No canto não há como contornar, não há duelo de oposição, não há zugzwang: o rei do atacante não consegue passar, e avançar o peão até a sétima fileira com seu rei na oitava é afogamento.

A conta que importa. Toda a defesa se resume a uma pergunta: meu rei consegue chegar ao canto (ou à casa de bloqueio c8/f8) antes que o rei do atacante o feche? Se sim, o jogo é empate, não importa o quão ruim pareça o resto.

Por que treinar isso? Porque os atacantes continuam tentando vencer essas posições, às vezes por mais de 30 lances. Cada espera precisa ficar dentro das casas da fortaleza; saia dela uma vez e o oponente da tablebase vai mostrar exatamente por que essa exceção existe.

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