Final de torre: empate por afogado

As Pretas jogam e empatam

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Com uma torre a menos, as pretas ainda empatam. A defesa inteira cabe numa casa: o rei chega a a1, diante do próprio peão, e ali já não há lance a fazer.

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Primeira vez com este final? Aprenda primeiro o método: Finais de Torre

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O recurso do afogado

As Pretas jogam e empatam · Segure o empate contra o jogo perfeito

Acordando o motor…

A teoria

Veja o método: dê play para ver a ideia vencedora, ou avance lance a lance.

O afogamento é o grande equalizador do defensor, e o canto do peão de torre é onde ele mora.

Um lance segura. Rb2 é o único empate. Empurrar o peão com a2 perde, e qualquer outro lance de rei também.

A fortaleza. Mire em rei em a1, peão em a2. O peão está bloqueado pelo próprio rei, o rei só tem b1 e b2, e a torre branca precisa cobrir a coluna b para parar o peão. Isso é afogamento.

Também não há captura. A Txa2 responde-se com Rxa2 e o tabuleiro fica limpo. Então mantenha o rei colado ao peão até o canto.

Aprenda a escada e cuidado com duas armadilhas. Esta é a posição crítica de toda a luta do peão de torre, que vale saber de cor porque análises longas caem nela sem parar. Com você no lance, é empate; passe a vez às brancas e Tb8+ vence na hora. Desloque o quadro inteiro uma fileira para baixo e é empate jogue quem jogar; uma fileira para cima e as brancas vencem jogue quem jogar. Primeira armadilha: nunca empurre o peão, a2 cai em Tb8+ e um cavalo de canto perdido. Segunda armadilha: não se apaixone pelo afogamento, ele precisa que o rei branco esteja perto o bastante, então esconder-se em a1 cedo demais pode ser respondido com um xeque de torre e mate. Confira a casa do rei dele antes de estacionar no canto.

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