Final de torres: converter o peão passado distante

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O seu peão em b6 já cumpriu a missão sem sair do lugar: o rei preto fica preso a ele, e a torre preta não pode largar a sétima fileira porque defende h7. Na outra ala, você tem na prática uma peça a mais: rei, torre e peão contra um peão solitário. Ataque por ali.

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O peão passado distante: jogue onde você tem uma peça a mais

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A teoria

Quando cada peça adversária está presa a uma tarefa defensiva, conte o resto do tabuleiro como se essas peças não existissem. Aqui o peão de b6 segura o rei preto na ala da dama enquanto a torre está presa à sétima fileira defendendo h7, então nenhuma das duas consegue ir para a ala do rei: ali você tem na prática rei, torre e peão contra um único peão.

Ataque onde você tem a força a mais. O rei preto está colado a b7 e a6, bloqueando o peão de b6 pela frente e pelo lado, e a torre não pode deixar a sétima fileira sem largar h7, então o seu rei atravessa: Rh5, g5, Rh6. Não apresse o peão «b»: o valor dele é a paralisia que cria, não a promoção.

Fature e promova. Cedo ou tarde as pretas capturam o peão «b», mas isso lhes custa o peão «h», e o seu peão «g» corre com o rei à frente. Aos xeques por trás você responde com a ponte de Lucena, a torre protegendo o rei na quarta fileira.

Neste exercício o defensor vai segurar o bloqueio o máximo que puder e depois dar xeque. Mantenha o rei à frente do peão, construa a ponte e promova.

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