Final de torre e peão: a torre atrás do peão

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Seu rei está ao lado do peão e não à frente dele, e o peão precisa de mais uma casa. A disposição vencedora é a regra mais antiga dos finais de torre: a torre vai atrás do próprio peão e o rei toma a casa de promoção.

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Torre atrás do peão, rei em e8

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Acordando o motor…

A teoria

Veja o método: dê play para ver a ideia vencedora, ou avance lance a lance.

Só quatro lances mantêm a vitória: Te1, ou uma ida do rei a d6, d7 ou d8. A torre deve ficar atrás do próprio peão, em e1, de onde apoia cada passo do avanço.

Nem todo final de torre é um diagrama de manual, mas a disposição vencedora se repete: torre atrás do peão, rei na casa de promoção.

O lugar da torre é atrás do peão. De e1 ela apoia o avanço e não pode ser expulsa. É um dos únicos quatro lances que aqui mantêm a vitória, e qualquer outro lance de torre devolve o meio ponto.

O rei toma e8. Com o peão em e6, a casa que decide a partida é e8. Rd7 e Re8 atravessam os xeques laterais, porque a torre preta está perto demais na coluna b e o rei preto continua preso lá longe, em g6.

Depois o peão. Com o rei em e8 e a torre atrás em e1, e7 é intocável e o peão promove.

Neste exercício a defesa vai dar xeques e tentar alcançar o caminho do peão. Ponha a torre atrás do peão ou marche com o rei, e não fique só remexendo as peças.

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