Ziguezague: o caminho sinuoso do rei até a vitória

As Brancas jogam e ganham, depois de Grigoriev, 1928

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Os dois peões vão correr. Mas a corrida não é o que importa. Seu rei toma um caminho quebrado, sobe até c4 e volta por d3 e c2. E é essa rota torta que faz sua nova dama chegar com xeque.

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Primeira vez com este final? Aprenda primeiro o método: Finais de Rei e Peão

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O ziguezague do rei

As Brancas jogam e ganham · Vença contra a defesa perfeita

Acordando o motor…

A teoria

Veja o método: dê play para ver a ideia vencedora, ou avance lance a lance.

A geometria do tabuleiro não é a geometria da régua: um rei que caminha em linha quebrada chega tão rápido quanto um que caminha reto, e ainda pode resolver uma tarefa extra pelo caminho. Isso é o ziguezague.

Primeiro o rei. Só 1.Rc3 vence. O natural 1.g4 joga o ponto fora, porque o peão b preto desce com xeque e seu rei nunca o alcança.

Sobe e volta. Rc3 e Rc4 empurram o rei preto para a borda. Depois, após g4 b5+, só Rd3 mantém a vitória: o rei volta para dentro do quadrado do peão b enquanto seu próprio peão passado começa a correr.

O sentido de tudo isso. O peão b é parado por Rc2, o rei preto fica espremido em a2, e g8=D aterrissa com xeque na diagonal g8-a2. A nova dama depois recolhe o peão b com calma.

Neste exercício cada lance de rei importa mais que cada lance de peão. Faça o ziguezague.

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As 68 posições: rei e peãoSiga o currículo completo (grátis)